FINTECH · IDENTIDADE DE MARCA
A Picnic elimina taxas ocultas em compras internacionais, mas não tinha um sistema visual. Redes sociais, campanhas e elementos do aplicativo seguiam direções diferentes. O desafio era criar uma marca acessível, contemporânea e confiável sem recorrer ao azul corporativo.
O escopo incluía templates para redes sociais, cabeçalhos de e-mail, elementos gráficos do aplicativo e materiais de campanha. A marca precisava acompanhar o ritmo do lançamento sem depender de um designer em cada publicação.
Sem um sistema visual, redes sociais, campanhas e elementos do aplicativo pareciam pertencer a marcas diferentes. Para uma fintech, essa inconsistência compromete a confiança.
A Picnic precisava ser acessível e contemporânea, sem perder credibilidade nem recorrer ao azul corporativo. E o sistema tinha de funcionar no ritmo do lançamento, sem um designer dedicado a cada peça.
Analisamos Nubank, Revolut e Wise como referências e alinhamos prioridades e aprovações desde o início com o Design Director Rafael Queiroz.
Os templates, e não um PDF de regras, viraram a principal ferramenta de orientação. Cada peça foi criada para que o marketing publicasse dentro da identidade sem depender de designers.
Composições, padrões e elementos gráficos flexíveis para redes sociais, e-mails, aplicativo e campanhas. Os exemplos mostram o sistema em uso, sem depender de regras abstratas.
Testamos códigos visuais de bancos tradicionais, mas os azuis frios e as imagens corporativas pareciam genéricos. Escolhemos uma linguagem acolhedora, equilibrada pela credibilidade de uma fintech internacional.
Diretrizes sem exemplos eram difíceis de aplicar. Por isso, templates para redes sociais, cabeçalhos de e-mail e elementos do aplicativo se tornaram a principal ferramenta de orientação.
Peças isoladas para cada campanha criariam dependência de designers. Construímos diretrizes escaláveis que as equipes de marketing e design pudessem aplicar sozinhas.
O brand system e as diretrizes foram entregues dentro do prazo de lançamento, cobrindo redes sociais, aplicativo, e-mail e campanhas. A equipe ganhou autonomia desde o primeiro dia, sem esperar pelo design para produzir cada peça.
Os templates reduziram o tempo de criação para redes sociais e aumentaram a consistência entre canais. Rafael Queiroz, Design Director, validou o resultado: “A capacidade dele de entender não só o que precisávamos, mas por que precisávamos, fez toda a diferença.”
Uma fintech não precisa parecer um banco. Sistemas funcionam melhor do que peças isoladas, principalmente quando uma equipe enxuta atua em vários canais sem um designer dedicado a cada material.
Próximo passo: diretrizes de movimento para vídeos e redes sociais; expansão do sistema visual principal para experiências dentro do aplicativo.